Sábado, 20 de Fevereiro de 2010

Temos muito azar

Não me espanta que José Sócrates assuma até ao fim esta faceta de liderança. A necessidade de dar um murro na mesa, a quem em momentos de fragilidade nos tira o tapete, é um instinto tão natural para quem sabe que as opções se estão a esgotar e que as evidências começam a gritar para lá do que é suficientemente perceptível. Por isso, faz todo o sentido que este orgulho impeça aquilo que normalmente seria de esperar no nosso habitué cenário político: uma desistência.

 

Objectivamente, o simples facto de existirem indícios de condutas éticas dúbias, denunciadas e perfeitamente contextualizadas por vozes reconhecidas sobre o chefe do governo, seria material moral mais do que suficiente para o próprio tomar a iniciativa de uma defesa da honra elementar. Mas José Sócrates, orgulhoso, não vai fazer nada disso. Temos muito azar.

publicado por Manuel Oliveira às 03:38
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Segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010

Visões diferentes

Apesar do Ministro Teixeira dos Santos ter admitido que errou nas contas do deficit, Sócrates lança mais uma pérola.. "o deficit aumentou porque nós decidimos aumentar o deficit".. enfim, visões diferentes.

publicado por João Ribeirinho Soares às 20:01
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Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009

... (2)

Hoje, na Assembleia da República, depois de ter sido pronunciada pelos lábios do Primeiro Ministro, a Ética morreu (mais) um bocadinho!

 

Porquê?

Eu até punha os links todos referentes aos casos que provam a grande ética de José Sócrates, como por exemplo neste caso, ou neste... Mas são tantos que nem vale a pena.

 

 

publicado por Luís Pedro Mateus às 19:15
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Quem é que já não tem maioria absoluta, quem é?

Está visto. A postura sobranceira de José Sócrates não nasceu por força da maioria absoluta que o sustentou na anterior legislatura. Está mais do que visto que a maquilhagem de suavidade e tolerância mais não foi do que uma tentativa de minimizar os estragos às portas das eleições. A arrogância no trato e a superioridade moral empregue em cada intervenção do primeiro-ministro são tão genuínas como a falta de tacto político de uma Ferreira Leite ou a demagogia barata de um Louçã. Está lá, é dele. O homem é assim.

 

É que agora os deputados socialistas não chegam para ocupar mais de metade dos lugares do parlamento. Agora a oposição está livre e há mais vozes que podem falar. Agora a legislatura anterior não teve governo de direita. Quer ele goste ou não goste. E ele não gosta. Desdenha. Critica. Vitimiza-se. Irrita-se. Vive num mundo que, aparentemente, não é bem o dele. Chama-se democracia e, para alguns, é uma coisa lixada.

publicado por Tiago Loureiro às 14:01
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