Quinta-feira, 31 de Dezembro de 2009

A todos os nossos leitores

publicado por Golpe de Estado às 18:00
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Quarta-feira, 30 de Dezembro de 2009

Podiam entender-se?

 

Podiam. Mas não era a mesma coisa.

publicado por Tiago Loureiro às 21:06
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Terça-feira, 29 de Dezembro de 2009

Ironias

Incrível...o lobby Gay tomou conta da Ordem dos Médicos!!! Pareceres da ordem a defender blasfémias destas! Qualquer dia até se diz que é aceitavél ser homossexual! Ao que chegamos...

publicado por Nuno Silva às 23:18
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Irá alguma vez ser derrotada?

 

Podemos e temos todos os motivos para estar preocupados com o estado da nossa economia e das nossas instituições, mas não podemos ignorar o cenário alarmante com muitos países e regiões do mundo se defrontam em termos políticos, económicos e sociais e que, por mais pequenos que esses países aparentem ser, o que sucede dentro das suas fronteiras tem, ou poderá inevitavelmente ter repercussões catastróficas em todo o mundo.

 

Este é o índice de Estados falhados no mundo ou de Estados que caminham nesse sentido. A tentativa de atentado no vôo 253 da Delta-Northwest Airlines nos EUA serviu para reavivar a memória da comunidade internacional de que o terrorismo é ainda a maior ameaça com que o ocidente se defronta e, do mesmo modo, o são os Estados incapazes de manterem a sua ordem interna. Estamos a empenhar enormes recursos humanos e materiais no Afeganistão para derrotar de uma vez por todas a al-Qaeda na região e assistimos simultaneamente ao seu ressurgimento em outros pontos de igual preocupação como o Iémen, a Somália ou o Iraque, países  esses onde a situação merece acrescido destaque. O que aconteceu no vôo 253 levou, por um lado, muitos analistas internacionais a alertarem para o facto de o Iémen ser a próxima frente na guerra contra o terrorismo e, por outro, a repensar toda a estratégia de contra-terrorismo nestes países.

 

O terrorista que se encontrava dentro do vôo 253 tinha nacionalidade nigeriana, tendo recebido formação da rede da al-Qaeda no Iémen. Ora, o Iémen é um típico exemplo de Estado falhado. Possui um vasto território, com recursos mal distribuídos, um elevado nível de pobreza e desemprego, uma economia em colapso, uma população dividida por ideologias políticas e tribais que, para acrescentar às suas dificuldades, se defronta com o problema da escassez de água. Derivado das facções ideológicas, o país vive uma guerra civil causada por um movimento secessionista no sul e por uma rebelião xiita no norte em confronto com o governo, por sua vez bastante corrupto. Este é o cenário preferido para a al-Qaeda se movimentar, pois sendo o governo fraco e incapaz, beneficia de total liberdade de acção. Também, de forma igualmente alarmante, na Somália, a al-Qaeda que até há pouco tempo apenas tinha ligação aos grupos islâmicos extremistas nacionais, tem-se vindo a colocar por trás dos ataques de pirataria no Golfo de Áden.

 

A al-Qaeda é portanto um produto dos Estados falhados e emerge onde existam conflitos locais. Neste sentido, a comunidade internacional defronta-se com um enorme desafio, cujas previsões de sucesso se aparentam difíceis. As redes terroristas são como um vírus: têm alcance global, mudam as suas tácticas à medida que seus segredos vão sendo descobertos, vão-se infiltrando onde o anti-virus não estiver activado e onde existir uma brecha securitária. Daí o problema destes Estados, pois é nesses países onde existem pessoas desesperadas e dispostas a serem radicalizadas, além de que, como já vimos, com poucos recursos é possível inflingir danos humanos e materiais inimagináveis em qualquer parte do mundo. A globalização tem de facto as suas desvantagens. E por isso questiono: irá alguma vez ser possível derrotar estas redes terroristas? 

publicado por Maria Dá Mesquita às 20:37
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Impostos e investimento público

É pena que tal coisa aconteça apenas como consequência destes tempos de crise, mas a verdade é que, finalmente, se ouvem, por cá, vozes – tímidas, muitas vezes – que reclamam uma descida de impostos como meio para uma animação económica. Quem o tem posto na prática, ou defendido na teoria, não deixa, no entanto, de enunciar a necessidade de se recorrer simultaneamente a um forte programa de investimento público. Tudo isto não pode deixar de compôr um estranho paradoxo, uma que vez que, como disse Hazlitt, “public works mean taxes”, logo mais investimento público representará um peso maior em cada contribuinte.

 

Deve ser por isso que, por cá, ainda se vai acreditando exclusivamente na superior eficácia do investimento público, seguindo o axioma muito socialista de que as pessoas ou empresas não sabem utilizar a folga na sua disponibilidade financeira, logo, o Estado omnisciente e, como sempre, omnipresente trata de gastá-lo de forma inquestionavelmente correcta. Como se pode ver.

publicado por Tiago Loureiro às 18:08
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Segunda-feira, 28 de Dezembro de 2009

Mensagem de Natal de David Cameron

Descaradamente "roubado" daqui

publicado por Nuno Silva às 18:32
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Coerências

João Moreira Pinto, no 31 da Armada:

 

Das cenas mais enternecedoras da época natalícia é ver ateus militantes a desembrulhar presentes, escandalizados que estão com o materialismo da época. Gozam o subsídio de Natal, aproveitam a tolerância de ponto, ouvem as palavras do amado líder, enquanto lhe pedem um Estado laico. Querem as escolas sem cruzes, uma sociedade livre dos estigmas judaico-cristãos e sonham uma sociedade iluminista, racional e cientificamente perfeita. Sonham de olhares fixos no céu e brilhantes, reflexos das decorações de Natal. 

 

Ateus militantes e teístas militantes, apesar de não admitirem, têm muito em comum.

Ambos são crentes, de tal forma, na sua verdade dogmática, que em ambos os casos podemos falar de uma fé.

O ateísmo militante e repugnante que, imbecilmente, postula que os teístas são carneiros ignorantes e fracos encontra-se, surpreendentemente, bastante próximo do teísmo jactante que pinta os não crentes como infelizes e menos iluminados na Verdade.

 

Se, para um ateu, não existe por princípio qualquer problema no facto de uma sociedade estar assente em valores de génese teológica (todas estão) que maturaram e deram origem aos pilares identitários dos Estados actuais, para um crente não deveria haver qualquer problema por haver ateus que, identificando-se com pressupostos da filosofia cristã e compreendendo o valor da tradição religiosa na sociedade, adiram aos ritos não por fé, mas por tradição.


 

O problema das militâncias é, portanto, uma questão de generalização e incompreensão de parte a parte.


 

Que fé maturada terá uma criança no seu baptizado ou na sua primeira comunhão? Não estará ela, antes do mais, a cumprir uma tradição, ao invés de estar a tomar parte, conscientemente, num acto religioso e de vinculação a Deus?

Da mesma forma, que ateísmo convicto e anti-religioso (porque é disso que se trata) terá alguém que, depois de durante um ano inteiro ter cavalgado a sua cruzada anti-religiosa pessoal, tome parte no ritual bi-milenar que dá graças à vinda do Filho do Senhor?

 

Se virmos bem, a questão ateística é quase política, de pura inspiração ideológica: conservadorismo versus progressismo.

Há muito mais proximidade entre ateus conservadores e teístas moderados do que entre estes e ateus progressistas militantes ou teístas ultra-conservadores igualmente militantes.

 

A importância do pensamento conservador está precisamente na ênfase que se dá à compreensão do passado, da história, dos costumes e, acima de tudo, dos valores.

 

As questões de fé são facilmente ultrapassadas pelo entendimento intelectualmente honesto entre Homens de Bem, independentemente de quem é o Verbo para cada um deles.

 

Se para uns haverá um mundo e uma vida depois da morte e para outros não, isso não invalida que estejam todos condenados a entenderem-se neste.

publicado por Luís Pedro Mateus às 15:48
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Mas ele não ia jogar pelo Sporting?!...

 Pongolle contente por representar "um clube muito grande"

publicado por Manuel Oliveira às 11:56
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Domingo, 27 de Dezembro de 2009

A Sagrada Sabedoria


 

 

Faz hoje 1472 anos que a construção da Hagia Sophia foi completa.

Mandada construir pelo Imperador Romano do Oriente, Justiniano, foi a maior catedral do mundo durante mais de mil anos, até à construção da catedral de Sevilha em 1520.

 

Quem entende, diz que esta veio mudar completamente a história da Arquitectura.

Durante séculos, foi considerada o centro, o símbolo da cristandade. A pobre e saqueada Roma, comparada com Constantinopla, era um parente pobre e distante, sem qualquer poder político durante os primeiros passos da era cristã no pós-queda do Império Romano do Ocidente.

 

Desde o seu nascimento, a "Santa Sabedoria" (Hagia Sophia) assistiu a quase todo o período crítico do processo que veio a definir a Europa.

 

Serva e Dona de um diminuído Império Romano até 1453, data em que este caiu para os Otomanos, testemunhou, do estreito do Bósforo, toda a maturação das nações europeias.

 

Enquanto o decadente império serviu, durante mais de mil anos, o vital propósito de "estancar" o avanço organizado do Islão, o ocidente dividido em reinos e feudos "bárbaros" ainda não cristianizados, foi-se consolidando e cristianizando durante estes primeiros séculos até culminar, em 814, no unido Reino (posterior Império) dos Francos do conhecido Carlos Magno (considerado pai da Europa).

 

A Hagia Sophia, no reduto dos costumes e identidade cristã que foi a parte oriental do Império Romano, foi símbolo sagrado e farol que inspirou a converter os novos povos "bárbaros" chegados à velha Europa e máximo expoente duma civilização cujos costumes e leis foram emulados por toda a Europa.

 

Esta catedral, permitam-me o romantismo, representa, melhor que nada e que ninguém, o encontro do mundo cristão com o islâmico, nessa história milenar que aproxima e separa estas duas civilizações filhas do mesmo Deus, mas reféns de diferentes profetas.

 

É por isto, e por muito mais, que achei indispensável assinalar a data. 

publicado por Luís Pedro Mateus às 15:33
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Sábado, 26 de Dezembro de 2009

A Crise do Ocidente (2)

A propósito do último post da Maria, recomedo um excelente artigo do Henrique Raposo, no Expresso, onde, entre outras coisas, se pode ler o seguinte:

 

«A neutralidade do estado não deve invalidar a presença da religião na sociedade. 'Estado' e 'sociedade' são duas realidades distintas. O estado deve ser secular, mas a sociedade não deve ser secularizada à força.»

publicado por Tiago Loureiro às 16:59
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